segunda-feira, março 16

Visita à escola dos pequeninos

No dia 12 de Março fomos visitar o Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia. Quando lá chegámos fomos para a sala dos meninos dos 3 e 5 anos.
Quando entrámos na sala o Pedro Nuno entregou à educadora Manuela umas quadras que fizemos na escola com ajuda da professora. Em seguida pintámos um desenho sobre a Primavera.
Quando acabámos de pintar fomos para o recreio. Lá brincámos muito na roda, no escorrega e no cavalinho.
Depois da brincadeira a educadora Manuela mostrou-nos as outras salas.Quando acabámos de ver as instalações regressámos à nossa escola.
Foi uma visita muito agradável, gostavámos de repetir.
Turma B/ EB1 de Carrazeda de Ansiães

Leitura Solidária

Uma tarde diferente


No dia 6 de Março, fomos novamente ao lar de idosos, dar cumprimento ao nosso projecto: «Leitura Solidária».
Desta vez, levámos a história da vida de Santo António para ler aos velhinhos. A leitura foi feita por vários meninos e os idosos estavam com muita atenção. No final, algumas idosas contaram—nos alguns milagres feitos por Santo António e como o festejavam no seu tempo. Faziam cascatas com vasos de jardim, cantavam, dançavam e saltavam a fogueira.
Em Dezembro, quando fomos a primeira vez, o lar ofereceu-
-nos um lanche, desta vez fomos nós que levámos dois bolos para confraternizarmos com os idosos.
Os velhinhos gostaram muito, estavam muito contentes e nós também ficámos felizes por lhes oferecemos uma tarde diferente. Além disso, também aprendemos muita coisa sobre Santo António.

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Da leitura à escrita




EB1 de Carrazeda de Ansiães - turma B

O texto literário na escola - uma abordagem (PNEP)






Exploração do texto "A que sabe a lua?" de Michael Grejniec da Kalandraka
EB1 Selores

Da imagem ao texto - PNEP




EB1 de Carrazeda Ansiães - turma Z

domingo, março 15

Da leitura à escrita na sala de aula _ PNEP


EB1 de Selores

Texto após investigação sobre a temática do Carnaval - Pnep

O Carnaval

O Carnaval é um período de festas, regidas da Idade Média.
Era o último dia em que se podia comer carne antes da Páscoa.
O Carnaval celebra-se sempre numa Terça-feira, entre Fevereiro e Março.
Antigamente, no Carnaval, as pessoas mascaravam-se e pregavam partidas sem serem reconhecidas.
Actualmente, o Carnaval é feito de desfiles e fantasias. As pessoas também se mascaram, atiram ovos, farinha e água para as outras pessoas.
O Carnaval em Carrazeda ainda tem muita tradição. Os Zíngaros animam o desfile. À noite o «Pai da Fartura» é transportado numa urna por quatro homens e atrás dele vão as carpideiras a chorar e a gritar. No final do cortejo rebenta-se o «Pai da Fartura» para nos libertar de todo o mal que aconteceu no ano anterior.
Os caretos também fazem parte desta tradição. Eles utilizam uma máscara de metal com um nariz saliente. Usam fatos com cores garridas, à cintura levam chocalhos e na mão levam um pau ou cacete.
A festa dos caretos é celebrada em Trás-os-Montes, numa aldeia chamada Podence.
O Carnaval no nosso país ainda tem muita tradição, nomeadamente em: Torres Vedras, Alcobaça, Ovar e muitas mais localidades.
O país que dá mais valor a esta tradição é o Brasil.
Eu gosto muito desta tradição!

Escola EB1 de Selores.
Daniel Ribeiro – 4.º ano

A raposa e o corvo



EB1 da Selores

Recolhas






EB1 de Selores

sábado, março 14









Ditos curiosos

A bom entendedor, meia palavra basta.
Amigo da onça
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
Cão que ladra não morde.
Até lá muita água passará por baixo da ponte.
Cair na boca do lobo.
Cada cabeça sua sentença.
Com a faca e o queijo na mão.
Cara de poucos amigos.
Farinha do mesmo saco.
Gato escaldado de água fria tem medo.
Filho de peixe, peixe é.
Faz o bem e não olhes a quem.
Entrar por um ouvido sair pelo outro.
Enquanto o diabo esfrega um olho.
Entre a cruz e a caldeirinha.
Palavras loucas orelhas moucas.



Nuno Mesquita
Rui Pereira


Pólo de Fontelonga


Anedotas


- Pai compra-me um tambor?
- Nem pensar! Ia acabar o meu sossego!
- Mas eu prometo tocar só quando estiveres a dormir…


A senhora professora interroga um aluno que dorme no fundo da sala.
- Alexandre, em que países posso encontrar elefantes?
- A senhora professora perdeu algum?


- Papá consegues assinar às escuras?
- Acho que sim!
- Então vou apagar a luz para assinares o meu teste.



- Sabes, as cenouras fazem bem aos olhos.
-É verdade! Nunca vi um coelho com óculos


- O que preferes colocar em cima de um bolo?
- Os dentes!


Pesquisa de grupo


Pólo de Fontelonga



Opinião



Olá, cá estamos de novo para mostrarmos o nosso trabalho e darmos a nossa opinião sobre a escritora infantil Maria Alberta Menéres.
Achámos a leitura dos seus livros um pouco difícil, mas muito interessante.
No seu livro Ulisses ficámos fascinados com a esperteza de Ulisses, bem como as suas aventuras na Ilha dos Ciclópedes e do cavalo de Tróia.
Também lemos os livros: O Ouriço-Cacheiro Espreitou Três Vezes, Lengalenga do Vento e Histórias do Tempo Vai Tempo Vem.
Além de elaborarmos: resumos, fichas de leitura, também inventámos lengalengas e histórias, inspirados na autora, que iremos partilhar com os leitores.



Pólo de Fontelonga



O Sobreiro abandonado

Era uma vez um sobreiro abandonado, que nunca teve um enxame de abelhas ou esquilos nos seus ramos, por isso sentia-se sozinho e triste.
Via passar andorinhas, gaivotas e pardais, ele pensava que iam pousar nos seus ramos, mas escolhiam sempre outras árvores.
Os ramos do sobreiro tinham inveja delas.
O sobreiro começava a perder a esperança de nos seus ramos pousar um passarito.
Um dia acordou, e para ele tudo mudou na sua vida.
Tinha um ninho de uma pomba nos seus ramos.
Já não tinha inveja das outras árvores e dali em diante nunca mais se sentiu triste.
O sobreiro era agora um novo sobreiro.

João Mesquita



Ninguém precisa de mim

Era uma vez um cedro, que de longe parecia um gigante.
Ele vivia no recreio de uma escola abandonada e velha. Tinha um segredo bem guardado no cimo da sua copa.
Nunca nenhum pássaro tinha feito o ninho nos seus ramos, pois à noite, a escola metia medo e todos os pássaros se iam embora.
Quando o cedro pressentia, que um bando de tordos se aproximava, dizia:
- Venham cá, não vos faço mal.
Mas eles iam para os pinheiros.
Quando viu uma rola voltou a gritar, mas ela foi para o castanheiro.
Passou muito tempo, passaram milhafres, patos bravos, pardais e codornizes, mas como ninguém lhe ligava, ele punha-se a cantar:

Ninguém precisa de mim
Mas eu preciso de alguém
Estou tão triste assim
Quero alguém junto de mim.

Um dia, um periquito muito brincalhão achou o cedro um bom lugar para viver, pois ele tem muito frio no Inverno e as árvores de que ele gostava ficavam despidas até à Primavera, mas o cedro não, pois é uma árvore de folha persistente.
Agora, o cedro é muito mais feliz, todas as noites antes de ir dormir canta:

Agora já precisam de mim
Já não estou sozinho
E durmo sossegadinho…

Adriana Santos







Lengalenga do vento

Andava o senhor vento
Uma noite a soprar
E achou um grilo:
-Senhor vento que força!
E lá foi ele a voar.

Andava o senhor vento
Uma noite pela serra
Encontrou uma cadela:
-Senhor vento que força!
E caiu numa poça.

Andava o senhor vento
No campo a passear
Viu uma papoila:
- Senhor vento que força!
Não me empurre, deixe-me ficar.

Andava o senhor vento
Um dia a nadar
Avistou um barco:
-Senhor vento que bom!
Estava a precisar de navegar.

Rui Pereira


Pólo de Fontelonga











quinta-feira, março 12

palavra puxa palavra - PNEP

... a propósito de uma ilustração de um poema de Leonel Neves


A menina e o balão

A menina dos olhos verdes
Verdes como a varanda
Varanda com ferros e alta
Alta como a chuva
Chuva azul e bonita
Bonita como o vestido
Vestido cor-de-rosa
Cor-de-rosa como o balão
Balão que voa para o alto
Alto como céuCéu com nuvens azuis.
Romana – Turma Z


O balão azul

O menino da camisola de cor – de – rosa
Rosa como uma flor
Flor que voa
Voa até ao céu
Céu azul
Azul como o balão
Balão fugiu
Fugiu para o ar
Ar para visitar as nuvens
Nuvens que andavam a passear
Passear o balão do menino
Daniela Marisa turma Z


Em seguida leu-se o poema:

Menino na varanda

O menino brincava na varanda
tão pequenina como uma gaveta.
Dando guita ao balão, dizia: -Anda,
vai ver aquela nuvenzinha preta!

À nuvenzinha foi pouco depois,
soltando-se, o balão, subindo a pino.
E começaram a chorar os dois:
a nuvenzinha preta e o menino.

O choro e a chuva foram-no molhando.
Vendo-o, disse-lhe a mãe: -Que estás olhando
aí à chuva? E o balão que tinhas?

Foi então que o menino respondeu:
_ O meu balão fugiu...mas,lá do céu,
está chorando com saudades minhas.

“O menino e as estrelas”, Leonel Neves

terça-feira, março 10


Carnaval







Carnaval é alegria
Toca a divertir
Chegam os mascarados
Para nos fazer rir.

No Carnaval
Deitam-se serpentinas
Faz-se um desfile
Com muitos meninos e meninas.

Rui Pereira

Pólo de Fontelonga









segunda-feira, março 2

O grupo « O Potricas » visitou Selores

No dia 27 de Fevereiro, sexta-feira, os alunos e professoras da Escola do Vilarinho da Castanheira e ainda os meninos e a educadora do Jardim – de - Infância da mesma localidade vieram à nossa escola, fazer uma representação teatral.
Os primeiros a chegar à nossa escola foram os meninos acompanhados da educadora e da auxiliar do Seixo de Ansiães que também vieram assistir.
Por volta das 10:30 chegou o grupo do Vilarinho e nós já estávamos ansiosos, pois estavam a demorar. Depois de nos cumprimentarmos e darmos as boas-vindas fomos brincar um pouco enquanto eles montavam os cenários e se vestiam.
O teatro foi na sala que está vazia, pois havia lá mais espaço. O título da peça era: «A Princesa Feia». Os meninos representavam e dançavam muito bem. Foi muito bonito. Todos estiveram caladinhos e com muita atenção à história. No fim aplaudimos, pois eles bem mereceram.
Quando acabou o teatro saímos e fomos para a nossa sala ver um CD feito pelas professoras e pela educadora, sobre a aldeia de Vilarinho da Castanheira, onde mostrava todo o seu património cultural (igrejas, fontes, moinhos, relógios de sol e outros monumentos). Gostámos muito.
No fim fomos brincar e conviver até à hora de chegar a carrinha que os iria levar de volta.
Presenteámos os nossos colegas com marcadores para livros com frases e pensamentos de pessoas ligadas ao teatro e escritas por nós. As senhoras professoras deram a todos um chocolate e saquinhos com gomas.
Gostámos muito desta manhã, porque foi diferente e convivemos com meninos de outras escolas.
Foi pena ter passado tão rápido!


Trabalho colectivo dos alunos da Escola de Selores.